PAIS DO INFANTÁRIO DO SALVADOR



SE ÉS UM DOS....PARTICIPA

Este é um blog de pais para pais, está a ser agora criado e pretende que seja visualizado por todos aqueles que estiverem interessados. o objectivo é tentar aproximar a escola de todos os pais, está a ser lançado um desafio a todos, aqui podes deixar alguns comentários bons ou maus para que possam por todos ser discutidos.







Todos os pais interessados podem participar directamente enviando-nos publicações para assoc.pais.salvador@gmail.com , a nós cabe publicar. ( participe não custa nada, vai ver que o blog fica mais animado com a sua colaboração)































quinta-feira, 25 de março de 2010

Discromatopsia/Daltonismo


A discromatopsia, mais conhecida como daltonismo, é uma perturbação da visão que afecta a forma como as pessoas vêem e distinguem as cores: desde a troca de cores, à dificuldade de distinção entre as mesmas, passando ainda pela visão acromática. Embora não seja uma doença ou uma condição limitativa, é importante saber o que é o daltonismo e como diagnosticá-lo, para saber viver num mundo menos colorido.

O que é?
O daltonismo foi descoberto em 1794 e estudado intensamente por John Dalton, um físico e químico inglês que era ele próprio daltónico. Por norma, esta é uma condição genética, no entanto, também pode ser o resultado de uma lesão ocular ou de origem neurológica. Geneticamente, esta perturbação está mais associada ao sexo masculino do que ao feminino, sendo que cerca de 8% a 10% dos homens são daltónicos e há apenas uma rapariga daltónica para cada dez rapazes.



Como é que os daltónicos vêem?
Os nossos olhos contêm dois tipos de células – os cones e os bastonetes – que são os responsáveis pela transformação da luz em impulsos eléctricos, o que nos permite identificar as cores. Os cones têm um papel fundamental, não só porque são responsáveis pela visão diurna e pela distinção das diferentes cores; mas principalmente porque existem três tipos de cones que correspondem precisamente às três cores primárias (vermelho, azul, verde) e às suas variações. Quem é daltónico, ou não possui estes cones ou então foram alterados, devido a algum tipo de lesão. Para perceber melhor como é que o daltonismo afecta a percepção das cores, consulte este site .Como é diagnosticado?
Uma vez que a perturbação da visão é, efectivamente, muito diminuta, a maior parte dos daltónicos nem sequer sabe que o é… por isso mesmo, é importante estar atento aos sinais. No caso das crianças, é fácil perceber se têm dificuldades em aprender e distinguir as cores, basta observar uma actividade tão simples como a de colorir desenhos. O teste mais utilizado para determinar se alguém é ou não daltónico, é o teste de Ishihara – todos nós o conhecemos e é composto por diversos cartões que contêm círculos de vários tamanhos e cores; no centro desses círculos encontram-se números que apenas são identificáveis por alguém que não seja daltónico, ou seja, que tenha uma excelente percepção das cores. Para testar as crianças mais novas, os números são substituídos por desenhos ou figuras geométricas. Para esclarecer, de imediato, qualquer dúvida, o teste de Ishihara está disponível online nos sites Color Vision Testing e Toledo Bend, por exemplo. No entanto, esse diagnóstico virtual não dispensa uma visita ao oftalmologista: se tiver dúvidas, marque uma consulta.
Tipos de daltonismo
Num caso mais sério e bastante raro, a criança vê o seu mundo a preto, branco e cinzento (visão acromática); nos casos mais comuns, os daltónicos vêem todas as cores, apenas não com toda a sua vivacidade; ou então apresentam uma maior dificuldade na percepção das cores que se situam entre o verde e o vermelho da roda das cores, distinguindo na perfeição todas as outras. Estes são os 3 tipos de daltonismo mais comuns:
Protanomalia: dificuldade em distinguir a cor vermelha.
Deuteranomalia: dificuldade em distinguir as cores que se situam entre o verde e o vermelho; representa mais de metade das pessoas daltónicas.
Tritanomalia: dificuldade em distinguir as cores que se situam entre o azul e o amarelo;


este é um dos cenários mais raros, mas que pode ainda ser agravado se o daltónico não conseguir ver o azul (tritanotopia), o vermelho (protanotopia) ou o verde (teranotopia).
Uma vida normal, apesar das limitações
Apesar de não ser uma doença, nem algo à qual a criança terá de se habituar – se não conhece as cores, não sentirá a sua falta – é, no entanto, a sua forma de ver e de estar na vida. Porém, podem surgir algumas dificuldades na escola: imagens, gráficos e tabelas podem ser difíceis de compreender, o uso do computador pode ser complicado quando são utilizadas muitas cores distintas; e mesmo as outras crianças podem aproveitar a situação para “troçar” da criança. Por isso mesmo, é importante que os pais de crianças daltónicas informem o professor no início de cada ano lectivo – mas podem estar sossegados porque em termos de aprendizagem, as crianças daltónicas não são diferentes das outras. Num futuro mais longínquo, há que considerar as limitações profissionais: quem é daltónico não pode, por razões óbvias, seguir carreiras como polícia, bombeiro, piloto, electricista…

quarta-feira, 24 de março de 2010

ELES VÊM AQUI, NÃO DIZEM É NADA A GENTE


MENINGITE

A Meningite é uma doença infecciosa que pode ser provocada por um vírus ou bactéria. Por vezes com um desfecho fatal, vamos levar o leitor até ao universo da Meningite Bacteriana A Meningite é uma infecção que ocorre principalmente nas crianças e nos jovens. As membranas que envolvem o cérebro, as meninges, ficam inflamadas e, se a situação não for detectada a tempo, é provável que o pior possa acontecer ou então que deixe consequências muito desagradáveis e para sempre relembradas. De entre as várias meningites, as que são menos conhecidas são as provocadas por uma bactéria denominada por listeria monocytogenes e pela escherichia coli, esta última responsável pelas meningites neonatais.
As Meningites Bacterianas são as mais perigosas, e as que podem produzir a destruição total do cérebro ou originar o culminar inesperado de uma vida. Embora as Meningites Virais exijam também a sua preocupação, estas não são tão perigosas e apenas em raras excepções são fatais. A Meningite Viral surge a partir de vírus, e os seus sintomas podem passar despercebidos, como podem também ser quase tão preocupantes como os das meningites bacterianas.
Num caso ou noutro, quer se fale em Meningite Viral ou Bacteriana, deve sempre consultar o médico, até porque os sintomas são parecidos e pode mesmo vir a confundi-las.
A Meningite Bacteriana, a mais grave das duas, é causada principalmente por três bactérias: os meningococos, a valência mais frequente e que ataca principalmente as crianças, os pneumococos, que afecta mais os idosos, e a haemophilus influenzae. As segundas são os principais responsáveis pelas pneumonias e infecções pulmonares, e as últimas já não conseguem exercer o seu papel devido à eficácia da vacinação de hoje em dia, embora ainda não seja total.
Estas bactérias, por incrível que possa parecer, estão situadas em muitas pessoas, embora estas não tenham tendência para desenvolver a doença. Na verdade as pessoas podem conter essas bactérias, não desenvolverem a doença, mas propagá-la para outras. A tosse, espirro, pequenas gotas de saliva, usufruir de talheres em comum, podem ser algumas pontes para transmitir a doença a outros. A Meningite ocorre mais frequentemente entre crianças com idade compreendida entre o ano de idade e os 4 anos. Se tem filhos com essa idade, fique atenta!
Para se conseguir tratar a Meningite é preciso detectá-la quanto antes! A idade, o apreciação clínica da pessoa na sua totalidade e o tempo que se leva até se actuar para o combate da propagação da doença podem ser os motivos chave para travar a infecção. Os números falam por si: cerca de 15% das pessoas que contraem a doença acabam por ter como fim a morte. Aliás, para além da Meningite é também comum estar associada a ela uma Septicemia, umas manchas vermelhas na pele que se propagam no corpo todo. A Septicemia implica a intervenção médica imediata! O valores de casos mortais atingem os 20% e convém também não esquecer outras consequências: perda auditiva, convulsões cerebrais ou tromboses.
Assim, que detectar algum dos sintomas que em seguida lhe vamos referir, não hesite e dirija-se de imediato a um médico ou hospital. Não espere nem um segundo, e deixe que o médico trata do resto! Tendo em conta que a Meningite ataca mais rapidamente os mais novos, vamos dar-lhe o quadro de sintomas para as crianças com idade inferior a 2 anos: sonolência, febre, embora tenha os pés e as mãos quase geladas, vómitos, diarreia, perda de apetite, chorar em demasia, quase num acto de histerismo, o bebé demonstra dor, embora você não saiba o que é, o pescoço começa a inclinar-se para a frente inexplicavelmente e as costas ficam arquejadas, tal como o aparecimento de manchas vermelhas por todo o corpo, isto é, a Septicemia.
Nos adultos, embora com menos frequência, podem também surgir Meningites. Nas crianças com idades superiores a 2 anos e nos adultos os sintomas variam um pouco, embora assentem na mesma base. Temos também que ter em conta que as crianças e os adultos já se sabem queixar. Por isso, é você que vai ter que detectar alguma anomalia na criança. Nos adultos e crianças com mais de dois anos é comum verificar-se uma febre exageradamente alta, vómitos quase em jacto, uma rigidez no pescoço muito forte (ao doente é feito um teste no hospital que comprova ou não a certeza da infecção), dificuldade em suportar a luz, dores nos músculos e articulações, sonolência e algum desequilíbrio emocional.
A Meningite pode desenvolver-se em apenas um dia (estas são denominadas Meningites Fulminantes), ou então levar ainda algum tempo a manifestar-se. Como os primeiros sintomas podem indicar uma mera gripe ou constipação, quando a Meningite é detectada por ser já tarde de mais. Assim que desconfiar de algo vá de imediato ao médico ou ao hospital. Os tratamentos à doença são feitos no hospital recorrendo a doses muito fortes de antibióticos, consoante a idade e o tipo de Meningite, que só tinham condições para serem administrados no hospital.
Quanto à vacinação, esta ainda não consegue ser totalmente eficaz. Algumas vacinas não são administradas com regularidade. Apenas são efectuadas quando a pessoa esteve em contacto com alguém que contraiu a doença ou quando vai viajar para um país tropical. Isto aplica-se às Meningites resultantes de meningococos, embora a própria constituição da vacina não seja total para combater todos eles. Para as Meningites provocadas por pneumococos existe uma vacina destinada apenas a pessoas com mais de 65 anos, enquanto que para as Meningites provenientes do HIB existe já uma vacina administrada em quatro doses, até a criança ter completado os 18 meses.
Cuide bem de si e do seu filho! Ao mínimo sinal, dirija-se de imediato a um médico ou hospital. E, se quiser informar-se mais sobre a vacinação, basta dirigir-se a um Centro Médico que lá dar-lhe-ão toda a informação que precisa na hora. Previna-se!

terça-feira, 23 de março de 2010

Porque gostei desta foto!

esta noite o jantar é...

com batatas fritas

(vamos estravazar um bocadinho, hoje não vamos fazer uma refeição saudavel)


Mordida de cão ou gato

Se a sua criança for mordida por um cão ou gato, além de posteriormente verificar se o animal está vacinado contra a raiva, deve lavar com água corrente e abundante a ferida e ir urgentemente ao hospital.

A sementinha- O dia da árvore não ficou esquecido

Era uma pequena semente que foi lançada à terra. Que estranho lugar aquele! Era frio, escuro, não se via nada nem ninguém.
Mas, passado algum tempo, a semente começou a sentir que a terra aquecia.
O sol, seu amigo, poisava sobre ela os seus raios. Era bom sentir o calor! Outras vezes, o sol dava lugar à nuvem que ao passar deixava cair gotas de água para a refrescar. A semente achava que ia ficar diferente. Começou a espreitar e, lentamente, foi saindo da terra.Olhou para si e viu-se vestida de folhinhas verdes. Olhou à sua volta e viu flores de todas as cores e borboletas bailando sobre elas. O chilrear dos pássaros anunciava que chegara a Primavera. A vida nova enchia a terra inteira. O sol adormecia mais tarde e dava brilho a todas as coisas. O céu era muito azul e os pássaros voavam livremente. As rãs saltavam nos riachos e os grilos cantavam o dia todo. A transformação da semente ia sendo cada vez maior. Foi crescendo, crescendo, até que um dia se tornou numa grande árvore. A brisa passava e sacudia ternamente as suas folhas. Os pássaros encontravam ali o seu abrigo e os caminhantes refrescavam-se com a sua sombra e os seus frutos. As crianças brincavam e, quando estavam cansadas, encostavam-se ao seu tronco.Se aquela semente não tivesse caído à terra, nunca chegaria a ser árvore!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Crianças com menos de 7 anos e a net

As primeiras visitas à Internet definem os alicerces para a futura utilização e para o estabelecimento de bons hábitos para as crianças. As crianças na idade pré-escolar gostam de definir rotinas e este é o meio ideal para desenvolver práticas e hábitos de utilizador seguro para os jovens.
Com menos de 7 anos de idade as crianças têm uma capacidade limitada quer para entender as informações disponíveis na Internet, quer para distinguir os anúncios do conteúdo verdadeiro, por exemplo. Nesta idade, os pais necessitam de ajudar os seus filhos a encontrar o material adequado. As crianças, muitas vezes, não vêem a diferença entre utilizar a Internet e jogar ou desenhar nos seus próprios computadores.
As famílias podem estabelecer as primeiras regras de casa básicas sobre a utilização do computador nesta etapa.
O tempo gasto no computador deve ser limitado por questões de saúde.
Coloque o computador na sala de estar, por exemplo. É importante para as crianças em idade pré-escolar terem um adulto com elas quando estiverem a utilizar a Internet.
O acesso à Internet por parte das crianças em idade pré-escolar deve ser limitado aos sites familiares acordados antecipadamente. As crianças com mais experiência podem encontrar os sites familiares utilizando o menu Favoritos no navegador da Internet.
A solução mais segura é criar uma área de trabalho para a criança, onde o acesso à Internet seja restrito apenas a sites especificados.

Crianças e Adolescentes na Net

Como Proteger Crianças e Jovens Destes Riscos Online?
A segurança de crianças e adolescentes na Internet é hoje alvo da atenção de famílias, escolas e comunidades. Isto para não falar de governos (locais e centrais), empresas do sector das tecnologias de informação, órgãos de comunicação social, etc.
Perigos reais para crianças e jovens na utilização da Internet. De acordo com o relatório final de um programa piloto financiado pela Comissão Europeia em 1999, no âmbito do seu Plano de Acção Para a Utilização Segura da Internet, as preocupações com os perigos associados à utilização da Internet por crianças e jovens, são bem reais e podem ser agrupados em três categorias.
A Internet pode criar novas oportunidades de aliciamento. As pessoas podem publicar boatos, fotos ou outras informações pessoais na Internet, ou enviar mensagens maliciosas, de forma anónima ou sob o nome de alguém. As mensagens SMS e os telemóveis com câmara abrem novas oportunidades para o divertimento, mas também para a exploração. As ameaças na escola são, geralmente, limitadas às horas do período escolar. No entanto, através da Internet, o assédio pode atingir a vítima a qualquer momento. Também existe um conjunto mais amplo de pessoas que pode fazer ameaças on-line. Se o seu filho gosta de participar em chats on-line, estes riscos devem ser discutidos previamente, juntamente com o aviso do que a criança deve fazer se for ameaçada.

Publicar informações pessoais e fotografias de crianças

A colocação na Internet de fotos tiradas com um telemóvel ou câmara digital é uma tarefa fácil e rápida. Se publicar uma foto na Internet, é muito difícil impedir a sua distribuição, modificação ou utilização em vários contextos. As cópias da foto podem ir parar a qualquer local e está provado que é muito difícil a sua eliminação completa. Pense duas vezes antes de colocar as suas informações pessoais juntamente com a sua foto.
A publicação da foto de alguém ou de outras informações pessoais no site de uma escola, por exemplo, constitui a divulgação de informações pessoais e requer sempre a autorização da pessoa em questão. Todos aqueles que divulgam as suas informações pessoais também têm o direito de as verificar e, se necessário, de as corrigir. As crianças devem ser advertidas relativamente à publicação de informações pessoais nos seus próprios sites ou diários on-line (blogues).

Coisas que uma criança deve saber

Existem muitas pequenas lições para a vida que os adultos devem fazer questão de ensinar às crianças, mesmo às mais novas. Quanto mais cedo aprenderem o que podem ou devem fazer em determinada situação, melhor. Afinal de contas, a prevenção é o melhor remédio.

Coisas que uma criança não deve saber

Inteligentes e engraçadas, as crianças pequenas são uma caixinha de surpresas e aprendem e ouvem tudo o que as rodeia mais depressa do que imaginamos. Porém, nem toda essa informação é segura nas suas mãos, porque sabemos que as crianças repetem tudo o que ouvem e isso pode mesmo desencadear problemas para ela e para a sua família. Saiba o que não deve contar a uma criança – a ideia não é esconder, mas antes prevenir.

sábado, 20 de março de 2010

Dicas para evitar a agressividade nas crianças

Todas as crianças passam por fases mais agressivas, onde tentam resolver tudo com pancadas, mordidelas ou pontapés, utilizando a agressividade como uma forma de exprimir a sua revolta. Para uma criança mais feliz, saiba como evitar (8 dicas)essa agressividade e ajude a criança a lidar com a sua própria raiva.

sexta-feira, 19 de março de 2010

APELO- Não podemos esquecer


Teresa tem leucemia e anda à procura de um dador compativel. No dia 21 de Março(Domingo), na Escola de Santiago Maior(juntoo ao bairro mira mortos) em Beja, irá ser feita uma recolha de sangue para tentar encontrar um dador . A situação da Teresa é muito complicada, esta a lutar contra a doença e contra o tempo.
se ainda não participou, pode faze-lo agora não custa nada basta dirigir-se à Escola e deixar uma amostra de sangue.

Horário: 9h às 18H
Almoço: 13h às 15h

Feliz Dia do Pai

Dia dos Pais
O maior amor do mundo ,
É o santo amor de Pai !
Tão alegre e tão profundo,
Pobre de quem não o tem.

Vamos limpar Portugal

No próximo sábado, dia 20, a Câmara Municipal de Beja vai ajudar a “Limpar Portugal”. O projecto decorre a nível nacional e pretende, através da participação voluntária de pessoas particulares e de entidades privadas e públicas, promover a educação ambiental e reflectir sobre a problemática do lixo, do desperdício, do ciclo dos materiais e do crescimento sustentável. A autarquia irá disponibilizar sacos para o lixo e luvas para facilitar a recolha dos resíduos e, posteriormente, duas viaturas farão o transporte dos resíduos recolhidos até ao aterro sanitário. Através da remoção de todo o lixo depositado indevidamente em espaços verdes, quem quiser ajudar como voluntário só tem que consultar o sítio do projecto na internet http://www.limparportugal.org/. Em simultâneo, para sensibilizar a população da cidade, um grupo de escoteiro e de alunos da Escola Mário Beirão propuseram-se a limpar a ciclovia de Beja, aos quais se poderá juntar os voluntários interessados em participar. A Câmara Municipal convida todos os interessados a participar nesta iniciativa de nível nacional.

Actividades para familias

Pretendemos fortalecer e a desenvolver laços entre famílias e museu, permitindo, deste modo, criar uma maior envolvência entre ambos. Destacamos desta programação as actividades para as férias de Carnaval e da Páscoa, em que as crianças poderão entrar no mundo da imaginação, do jogo e da criatividade. Destacamos ainda as novas actividades “Bebés no Museu”, em que pais e filhos poderão em conjunto brincar, abraçando novas experiências!E para aqueles que gostam de fazer actividades mais prolongadas temos “Um Dia no Museu Berardo”. Para participares só terás que trazer as tuas ideias e a tua criatividade!

ideia Cedida gentilmente pela Raquel (a-vidaebela.blogspot.com)

Como Surgiu a Comemoração do Dia do Pai

Tudo começou em 1909, quando Sonora Louise Smart Dodd, de Spokane, Washington, teve a ideia de escolher um dia especial para homenagear os pais, depois de ouvir um sermão no Dia da Mãe. Sonora Dodd queria homenagear o seu pai,William Jackson Smart, um veterano da Guerra Civil. Depois da morte da mulher, em 1898, o Sr. Smart passou
a cuidar sozinho dos seis filhos do casal, numa quinta no leste de Washington .
Já adulta, Sonora Dodd compreendeu a força e a generosidade demonstradas pelo seu pai ao criar os filhos sozinho. Com o apoio daAssociação Ministerial de Spokane e
da Associação de Jovens Cristãos,redigiu uma petição em que recomendava a aceitação de um Dia Nacional do Pai. Graças aos esforços da Sra.Dodd, o primeiro Dia do Pai foi celebrado a 19 de Junho de 1910, em Spokane. Aproximadamente ao mesmo tempo,
em vários locais por toda a América começava a comemorar-se um “dia do pai” e em 1924o Presidente Calvin Coolidge apoiou publicamente a ideia de um Dia do Pai a nível nacional.Finalmente, em 1966, o Presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial, em que decretava o terceiro Domingo de Junho como o Dia do Pai. Em 1972
o Presidente Richard Nixon introduziu o Dia do Pai na lei. A partir desta data, passou a homenagear-se não só o pai, mas todos os homens que representam a
figura paterna, como o avô, o padrasto ou o tio.
Dia 19 de Março – Dia de S. José -
foi a data escolhida pelos filhos portugueses para homenagear os seus pais

quinta-feira, 18 de março de 2010

O desporto e o Infantário

Claro que nem tudo pode ser como nós queremos, mas podemos sempre idealizar, dizem, os entendidos que desde pequenino que se deve insentivar o desporto.
A dança promove auto-estima e confiança, motiva a forma de expressão e de pensamentos.

bola é uma grande amiga da criança. É atrativa, e muito estimulante. Uma bola pode estimular o bebê que "gatinha" a ir atrás dela, ou se for maiorzinho a que corra atrás dela. Ela ajuda no desenvolvimento do equilíbrio, da coordenação motora, e da força muscular.

A natação, de todos o desporto mais completo, Sem via de dúvida, a natação infantil é o primeiro e mais eficaz instrumento de aplicação da Educação Física no ser humano, assim como excelente elemento para iniciar a criança na aprendizagem organizada.
A Natação, melhora a capacidade cardiorrespiratória, o tônus, a coordenação, o equilíbrio, a agilidade, a força, a velocidade, desenvolve habilidades psicomotoras como a lateralidade, as percepções tátil, auditiva e visual, as noções espacial, temporal e de ritmo, sociabilidade e autoconfiança.
Prometemos que vamos abordar melhor cada um destes temas e tentar perceber a sua utilidade e, claro situa-los na nossas necessidades e possibilidades dentro da cidade de Beja.
Isto tudo para chegarmos à piscina da nossa Escola, Quando teremos uma assim?
que permita aos nosso filhos, principalmente no verão desenvolver algumas actividades e porque não refrescarem-se.




O seu Filho(a) quer ser Estilista?

A Vertbaudet está a organizar um concurso internacional de criatividade para crianças entre os seis e os 12 anos.
As sete criações vencedoras serão confeccionadas e vendidas na próxima colecção Primavera-Verão 2011. Saiba mais em http://www.vertbaudet.pt/pt/page/junior_stylist_competition.htm

(o blog não tem qualquer beneficio financeiro na publicação do artigo)

Pílula aumenta longevidade ?

A pílula contraceptiva tem mais benefícios para a saúde do que riscos, sugere um grande estudo publicado no British Medical Journal, que seguiu 46 mil mulheres durante 40 anos.
Segundo os investigadores, as mulheres que tomam a pílula apresentam menor risco de morte por qualquer causa, incluindo cancro e doença cardíaca.
«Os resultados deste trabalho são muito tranquilizadores e sugerem que a grande prazo os benefícios da pílula superam os riscos», afirmou Richard Anderson da Universidade de Edimburgo, Reino Unido, e um dos autores do estudo.
Suspeitava-se que a pílula aumentasse o risco de morte prematura, principalmente nas mulheres mais velhas ou nas fumadoras.
Os resultados aplicam-se aos primeiros contraceptivos orais comercializados, uma vez que a investigação teve início em 1968.

Publicado:PAIS&Filhos



quarta-feira, 17 de março de 2010

Viajar com o Bébé

Os pais têm necessidade de viajar, de conhecer novas culturas e novos locais. Mas, uma coisa é viajar com o seu companheiro, família ou amigos, outra totalmente diferente, é viajar com um bebé, entre os seis e doze meses.
Sair à noite, ir até à praia, a um cinema ou a um teatro. Gostam de reencontrar novos amigos e familiares, partilhando calmamente com eles ideias e experiências. Ainda que, não se seja tocado pelo espírito de aventura, o certo é que todos, de uma forma ou de outra, gostamos de sair e de viajar.
O seu filho nem se aperceberá do prazer que é, fazer uma viagem. O que ele sente é que, de facto está a ir para um sítio, mas ir aqui ao Alentejo ou ao Brasil, é-lhe completamente indiferente, pois ele não sente necessidade nenhuma de ir para férias ou de apreciar a beleza de outros locais, dentro ou fora do seu país.
Os bebés exigem o não esquecer, de uma grande quantidade de acessórios e objectos, quando se ausentam de casa. Assim, não pode esquecer de levar vários biberãos, o leite em pó, os cereais, um biberão adicional, um sumo de frutas diluido em água, frasquinhos com fruta ou purés e, um aquecedor de biberãos. Mas, a lista ainda não ditou o seu fim.
Leve também, fruta fresca e borracha para ele roer, fraldas suficientes, toalhas húmidas, uma ou duas mudas de roupa, uma mantinha, toalhas, babeiros, chupetas suplementares, o seu urso ou boneco preferido, ou talvez a sua mantinha para que se sinta em casa. Na parte da higiene deve levar, pomada balsâmica, pasta de dentes, soro fisiológico, um antipirético,um antihistamínico, gazes, ligaduras, desinfectantes, ou outro tipo de medicamentos específicos. Não se esqueça do boletim de saúde do bebé e da apólice da seguradora. Todas estas coisas aplicam-se ao bebé e a si e, são imprescindíveis sempre que se planeia fazer uma viagem, principalmente se a mesma incluir o seu filho.
Deverá por isso, ter em conta a fome, a sede e a possível sujidade (como é o caso de vómitos), que o seu filho lhe pode provocar na sua viatura. Prepare uma mala para a roupa e outra para a comida, para que possa encontrar com mais facilidade o que deseja.
Nesta altura, entre os seis e os doze meses, é a fase em que a criança, aprende a gatinhar, a dar os primeiros passos. Portanto, deve ser muito complicado que a mantenha quieta e calada, onde quer que seja.
Após ter planificado com precisão, o que vai levar e o que não pode jamais esquecer, deverá considerar a hora a que vai saír no seu carro. A melhor altura é a hora a seguir ao almoço, ou melhor à hora da sesta. Muitos deles, assim que o carro arranca, ficam embalados e adormecem de imediato. Mais tarde, pode parar pois, a criança deve querer sair e distrair-se um bocadinho. Se a condução, for alternada entre o pai e a mãe, melhor ainda. Assim, pode estar sempre a distraí-la, depois de ela acordar, sem se cansar de estar a conduzir ou a brincar com ela.
As formas de brincar com o seu filho e de o manter entretido, são várias mas, implicam sempre a sua participação. As brincadeiras com o urso ou com a sua boneca preferida, podem ser uma boa forma de passar o tempo.A criança quererá despi-la, fingir que a boneca cai para que a mãe a apanhe, entre outras coisas que a imaginação de uma criança promove. Os jogos com as mãos também fascinam os mais novinhos, podendo bater palminhas ou fazer-lhe cócegas, e talvez algumas caretas, que o façam rir. As canções também proporcionam, um bom momento ao seu filho. O que preferem são, sem dúvida, as canções infantis e, alguns trechos de música clássica. A música na rádio, cassete ou CD é bom, mas se os pais cantarem será muito melhor para eles. Os livros também são uma boa forma para a criança se entreter, os de plástico ou os de pano, são os aconselháveis.
O melhor transporte para a criança, se decidir fazer uma viagem sem ser no seu automóvel, é o comboio. É mais cómodo e, mais fácil para a criança dormir, especialmente se fôr uma viagem feita de noite. Por sua vez, se preferir o avião, deve informar, logo na altura que a viagem será feita com uma criança. Assim, dar-lhe-ão os lugares mais amplos. Cuidado, para quando o avião descola e aterra, a criança não ficar com dores de ouvidos, portanto dê-lhe uma chupeta ou um biberão nessa fase.
As coisas que deve levar quando viaja com o seu filho, independentemente do transporte de deslocação que usa, deverão ser sempre as mesmas, ainda que no seu carro tenha mais liberdade de espaço e da própria viagem.

publicado:abcdobebe

Como estruturar a personalidade da criança

A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam.
Afinal, a linguagem das crianças é universal, tal como o é, a forma de construir a personalidade.
As crianças exprimem-se a partir de pequenos códigos gestuais que, vigoram ao longo dos tempos sem que a sua convencionalidade, tenha sido previamente definida. Parece que todas nascem "ensinadas", pois têm uma forma universal de chamar a atenção: chorar. Este é o indício característico, de que algo não corre da melhor forma, para elas. Basta dar a devida atenção e carinho que a criança merece e necessita e, o choro não se fará sentir com tanta frequência. Porém, o acto de chorar não desaparece totalmente, mas as melhoras são notáveis. Nas alturas de doença ou de fome, o choro será certamente mais intenso. Esta é a linguagem da criança, por isso, não dramatize a situação.
Nos primeiros meses de vida, o choro é um reflexo das suas necessidades primárias, como ter fome, sono ou, quando quer lhe mudem a fralda. Os sorrisos começam a surgir, inocentemente, em resposta aos mimos, que a criança recebe. O momento dos primeiros sorrisos, será uma fotografia bem definida na sua memória. Acredite.
Quando a criança cresce, os gritos de alegria ou irritação e os gestos feitos com a mão, começam a aparecer naturalmente. Ao dar os primeiros passos e, antes de ter um ano de vida, as palavras "Mamã" e "Papá", começam a sair da boca da criança quase que, por magia. Ainda assim, a criança aprecia particularmente um vocábulo: o "Não".
Á medida que o seu comportamento evolui, a criança começa a ter cada vez mais certeza, daquilo que realmente quer. O relacionamento com os pais e com o mundo que a rodeia, é muito importante. Mas, há uma figura indispensável: a Mãe.
A cumplicidade entre a mãe e a criança, determina mais tarde, o seu comportamento e afectividade com os outros. O carinho recebido nesta fase, vem determinar no futuro a forma de se relacionar intimamente, com os outros.
Entre o primeiro e o segundo ano de vida, as crianças começam a descobrir-se, umas às outras. Essa relação pode ser baseada na amizade ou, na disputa pelos brinquedos que, cada uma acha serem somente seus. Nesta altura, a criança já deve ter interiorizado o conceito de partilha, para evitar uma personalidade egoísta no futuro.
As emoções devem ser explicadas e descritas às crianças. A tristeza, alegria, medo, irritação, são expressões que a criança deve começar a distinguir, a partir de exemplos dados pelos pais.. As demonstrações de carinho já são mais fáceis para as crianças serem compreendidas, pois em princípio o seu lar deve ser coberto desta harmonia de carícias.
Mesmo já conseguindo ter alguma noção dos seus desejos, a criança ainda tem dificuldade em perceber, o que os outros estão a sentir ou a pensar. Isso só é possível a partir dos dois anos e meio, quando a criança já tem uma visão mais nítida das coisas.
O fundamental é os pais compreenderem, que a personalidade de uma criança, vai-se formando ao longo do seu crescimento, tanto a nível pessoal, como afectivo. É desde muito novos, que adquirem conceitos e ideais, que mais tarde terão os seus reflexos.
A personalidade nasce muito cedo e, solidifica-se com o tempo. As acções e comportamentos do seu filho são, em muitas situações, o reflexo daquilo que em criança, interiorizava, das atitudes dos pais e, do mundo que o rodeava. A criança pode não falar, mas sente... Interiorize você também, esta ideia...

terça-feira, 16 de março de 2010

Feira na Praça da Republica

No próximo dia 18 de Março, quinta-feira, na Praça da República de Beja irá realizar-se uma Feira, que pretende promover junto dos cidadãos projectos e instrumentos específicos de combate à pobreza e exclusão social, é o ponto de partida da próxima Feira Social, cuja realização está programada.
Ao longo do dia, os visitantes da feira poderão tomar contacto com a informação relativa ao Complemento Solidário para Idosos e Cartão Municipal Sénior da Câmara Municipal de Beja. Estará também disponível informação sobre o trabalho desenvolvido pelo Banco Alimentar, Comissões Sociais Inter-freguesias e Cruz Vermelha Portuguesa. No mesmo espaço, estará patente uma exposição fotográfica da Rede Europeia Anti-Pobreza sobre a temática da pobreza e exclusão social e será exibido um filme alusivo ao Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social.
Os Idosos do Centro Paroquial do Salvador irão participar, assim como as nossas crianças.
Quisa para a proxima os pais também participem!
(informação gentilmente cedida pelo H)

Os Padrinhos do Seu(sua) Filho(a)

O baptizado do seu filho(a) pode ocorrer em qualquer altura da sua vida, mas normalmente no segundo trimestre de vida, é o momento em que as pessoas baptizam os seus filhos. É então necessário escolher os padrinhos.
Para tal, é necessário a criança ter um padrinho e uma madrinha, que tanto podem ser alguém de famíla ou outras pessoas próximas do casal.
Esta tradição de baptizar a criança está profundamente inserida na nossa sociedade, desde os tempos mais antigos da nossa cultura. A criança ao nascer deve ser devidamente baptizada, tendo um padrinho e uma madrinha que olharão e lhe darão apoio para toda a vida. Os padrinhos assumem assim, um compromisso eterno para com a criança.
A tradição do baptizado pertence à Igreja Católica, havendo muitas pessoas no nosso país que não estão baptizadas. De facto, não há qualquer lei ou norma a seguir que obrigue uma criança a ser baptizada. O acontecimento só se realiza perante o desejo e vontade dos pais, e nada mais.
Porém, baptizar uma criança e escolher os padrinhos para ela, não deve ser feito por via do acaso. Os pais devem ter em conta a proximidade dessas pessoas e a proporção da ajuda, que poderão oferecer à criança. Daí que muitos casais, regidos pelo factor familiar e pela proximidade, escolham para padrinhos das crianças pessoas de família. Esta é a forma mais fácil, encontrada para garantir a segurança e protecção dos mais novos.
Ainda assim, esta persistência em os padrinhos serem pessoas de família não tem razão de ser porque, em caso de falecimento dos pais, a criança deverá ficar a cargo dos familiares mais próximos. Ao escolher os padrinhos para o seu filho, recorra a pessoas que sejam da sua inteira confiança e que sejam próximas de si afectivamente, para quando a criança tiver capacidade para perceber estas coisas atribuir aos padrinhos a mesma importância que você lhe atribuiu no momento que os escolheu.
Os padrinhos acabam por ser na teoria e também na prática, uma espécie de segundos pais para a criança. Nos momentos de alegria e tristeza os pais, bem como os padrinhos, devem estar ao lado dos seus afilhados dando-lhes força e carinho. A criança acaba por descobrir uns segundos pais, que de forma alguma ocuparão o título de pais biológicos.
Se a sua escolha recair sobre a familia, os pais devem escolher um elemento da familia pelo lado da mãe e outro pelo lado do pai, para que sejam evitadas quaisquer confusões ou desavenças familiares. Se reparar que alguém ficou ofendido, tente conversar com as pessoas e explicar os motivos que levou os pais a tomarem esta decisão.
Ainda que os padrinhos possam representar o papel de segundos pais, de maneira alguma devem interferir na educação das crianças. O seu papel é demonstrar todo o apoio necessário à criança, mas nunca tentar conquistar a sua exclusiva atenção ou afastá-la dos seus pais. Acontece que muitas vezes, os pais sentem os filhos distanciar-se devido às prendas e caprichos que os padrinhos proporcionam aos seus afilhados, acabando por dar origem a uma situação um pouco constrangedora para todas as partes.

Há que saber encontrar um meio termo e perceber quais as funções e limites correspondentes aos padrinhos, para não se caírem em abusos desnecessários.A prudência e o equilíbrio, correspondem a um bom relacionamento familiar e entendimento entre todos. Reflicta bem e pense agora, quem seriam os melhores padrinhos para o seu filho...


Publicação: abcdobebe

O soninho dos bébés


O sono é uma das actividades mais importantes da vida dos bebés.
Para além de uma boa noite de sono ser fundamental para o bom desenvolvimento da criança, também os períodos de sesta durante o dia são de extrema importância.
Um bebé bem "dormido" é mais calmo e sociável.
Por tudo isto NÃO ACORDEM OS BEBÉS SE NÃO FOR MESMO NECESSÁRIO. Eles agradecem.
Ninguém gosta de ser acordado a meio de uma bela sesta.
Não faça aos outros o que não gosta que lhe façam a si....

segunda-feira, 15 de março de 2010

Quando a criança faz birra e se joga no chão

A criança faz isso para chamar a atenção dos pais. Quando ela age dessa forma, a mãe deve baixar-se e falar sem gritar, mas com voz firme: "A Mãe não gosta desta atitude! Levanta do chão porque vamos embora”. Aos poucos, a criança vai entendendo isso. Se estiver em casa, faça a mesma coisa. O Seu filho deve estar fazendo isso para obter a sua atenção, ele sabe que é notado quando faz birra. Ignore, por mais difícil que possa ser, e estimule os comportamentos positivos. Fique calma e tente tranquilizar a criança e distraí-la com outro assunto. Caso continue com a birra, coloque-a de castigo.

Onde estão os Pombos?


O que será a ementa esta semana ?

sexta-feira, 12 de março de 2010

Homenagem

As nossas crianças, juntamente com os seus educadores, auxiliares e restantes colaboradores, prestaram hoje pelas 15.15h homenagem aos 50 anos de Sacerdócio do Sr. Padre Henrique.
Estava presente o nosso bispo Don António Vitalino Dantas, bem como alguns Sacerdotes amigos, foram proferidas algumas palavras amigas e de gratidão para com o Sr. Padre pela sua dedicação à Paroquia.
Os nossos meninos também se portaram à altura, todos muito entusiasmados cantavam (não sei muito bem dizer quais as musicas) juntamente com as suas educadoras e auxiliares.
Depois de alguns discursos foram entregues pelas nossas crianças rosas amarelas e pelos pais um raminho simbólico de flores.
No final cantou-se os parabéns e claro como uma festa que se preza partiu-se o bolo e para quem tinha sede serviu-se um champanhe.
Penso que a homenagem na escola correu muito bem, todos os colaboradores se empenharam para que tal acontecesse.
Mais uma vez sinto orgulho, pelo entusiasmo da instituição da qual as minhas filhas fazem parte.

Nota: a Eucaristia mantém o Horário, para as 19H

ALTERAÇÃO DE HOMENAGEM- AOS PAIS QUE CONSIGAM

Afinal o nosso Presidente da Republica alterou as voltas todas à Homenagem do Sr. Padre Henrique, aos pais que consigam a horas ver o blog a homenagem terá inicio às 15.15h na entrada da instituição, isto porque o sr. Padre tem de estar presente na Igreja "Pé da cruz", juntamente com Presidente da Republica.

O que fazer no fim de semana

(Podia ter colocado um animal salvagem!pois podia, mas eu gostei deste)


Parece que os dias estão a melhorar se estiver este sol porque não aproveitar para fazer uma visita ao Jardim Zoologico (vá espreitar os horários e preçário).


Pode optar por fazer uma visita ao Badoca Park, um bocadinho mais perto de nós e que na minha opinão permite um contacto mais proximo entre os animais e as pessoas, além disso tem novidades fresquinhas.

Como poupar no IRS

Poupar é a grande vantagem de dedicar algum tempo e trabalho ao seu IRS com antecedência. Não acredita? Mas é verdade. Pode conseguir um reembolso superior a três mil euros.
Basta que tenha guardado os comprovativos das despesas de saúde e educação que pode deduzir nos impostos. Não tem a certeza onde os guardou? É também para lhe lembrar que tem que os procurar com tempo que aqui estamos. Se não os encontrar, volte aos sítios onde fez as compras e peça uma segunda via dos recibos. Como vê, não aceitamos que baixe os braços perante o primeiro obstáculo.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Escovar os dentes - gravidez

Durante a gravidez, há uma série de alterações no organismo da mulher que associadas a algumas mudanças nos hábitos de vida podem levar ao aparecimento ou agravamento de problemas dentários como cáries e gengivites.
Entre estas alterações podemos citar:» Aumento da acidez da cavidade oral;» Alterações dos hábitos da grávida que passa a alimentar-se com maior frequência;» Maior consumo de doces;» Diminuição dos cuidados com a higiene oral, principalmente antes e depois do parto, quando a atenção da mãe está mais voltada para os cuidados com a saúde do bebê.

Se poder consulte o seu médico para melhor aconselhamento.

Escovar os dentes

Os pais devem aproveitar esse factor para ensinar gradualmente as normas de comportamento e de higiene. E o que há de mais divertido do que lavar os dentes?
Para uma criança pequena tudo é uma brincadeira e tudo é passível de ser imitado. Os pais devem aproveitar esse factor para ensinar gradualmente as normas de comportamento e de higiene. E o que há de mais divertido do que lavar os dentes?
Embora alguns pediatras aconselhem que a criança deve começar a higiene oral assim que lhe aparecem os primeiros dentes, outros defendem que é melhor esperar até aos dois anos, altura em que vai imitar com prazer tudo o que os adultos fazem.
E é na técnica de imitação que mais entusiasmo a criança terá em fazer alguma tarefa, que mais tarde pode recusar, quando for obrigada a isso. Assim como os adultos, as crianças devem lavar os dentes três vezes ao dia após as refeições, embora a lavagem da noite seja a mais importante.
Os doces são a evitar, mas como o dizer a uma criança? Para proteger a nova dentição, o melhor é escovar os dentes assim que acabar com a guloseima.
A partir dos três anos, a visita ao dentista deve ser efectuada de seis em seis meses, porque é nesta altura que os dentes podem apresentar cáries. Mesmo sem problemas, a visita ao dentista vai ajudá-la a não ter receio no futuro, quando precisar mesmo dos cuidados dele.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Fazer chichi na cama...


A sua criança vai quase de certeza deixar de fazer chichi na cama.
Cerca de 70% das crianças deixam de fazer chichi na cama antes de terem 7 anos de idade. O estigma associado ao fazer chichi na cama quer dizer que alguns pais se poderiam sentir pressionados pela família e pelos amigos a resolverem o problema. O que é importante em tudo isto é ser paciente e dar apoio. A sua criança é um ser individual e deixará sozinha de fazer chichi na cama quando chegar o seu momento.
Os médicos denominam Enurese ao problema de fazer chichi na cama.

Alimentação

Lanche bem caseiro

Os lanches devem ser sempre consumidos em casa.
Só ali a criança e você podem ter a certeza de que a alimentação é a correcta. Uma vez por semana um hambúrguer, vá lá, mas as restantes têm de sair da sua cozinha.
E mesmo aí pode dar-lhe um lanche quase idêntico ao de um fast-food, com muito menos calorias. Não acredita?

Batatas fritas – adquira batatas pré-fritas congeladas em palitos. Espalhe-as num tabuleiro e leve ao forno por 25 a 35 minutos, virando com uma colher a cada 10 minutos. Ficam estaladiças e não levam gordura nenhuma.
Batido de chocolate – bata na liquidificadora 250 ml de leite, 1 colher de sopa de chocolate em pó e uma colher de sopa de aveia. Pode acrescentar um iogurte de sabor, para dar consistência e um gosto diferente ou natural.
Maionese – (esta pode ser também para si) – bata na liquidificadora uma porção de queijo cottage, até ficar uniforme. Acrescente uma colher de chá de mostarda, 1 colher de chá de molho inglês, sal a gosto e 1 ovo cozido. Bata bem e leve ao frigorífico por meia hora.
Hamburguer – misture 500 gramas de carne de pato com duas fatias de pão integral demolhado em leite e bem espremido. Junte 1 colher de sopa de cebola ralada, 1 colher de chá de molho inglês, e forme os hambúrguers. Grelhe com margarina, depois de terem estado algum tempo no frigorífico para manterem a forma. Ficam mais saborosos e com muito menos gordura.
As refeições da criança devem ser, acima de tudo, momentos felizes e partilhados com toda a família. Afinal, não é todos os dias que vai ter oportunidade de ver as obras de arte que ele constrói a partir do prato de puré de ervilhas, não é verdade?

E Se ele(a) não come?

O terror de muitos pais é a falta de apetite do petiz, embora na maior parte das vezes a reacção dos pais não passe de um exagero.
Habituados que estamos às imagens de fome que grassam pelo mundo, o medo que os filhos acabem daquela forma levam muitos pais a consultar especialistas porque a criança nunca acaba o que tem no prato ou recusa-se a comer às refeições com o resto da família.
Primeiro que tudo, os pais devem estar informados que o apetite da criança diminui durante o primeiro ano de vida, altura em que o aumento de peso se faz mais lentamente. Cada indivíduo tem a sua própria necessidade de alimentos, dependendo do organismo e do tamanho. É errado estar a alimentar a criança através de tabelas de porções determinadas, porque apenas o organismo dela sabe do que precisa e é sempre proporcional à sua necessidade de energia e ao seu crescimento. O apetite tem também a ver com a energia que gasta, embora as crianças sedentárias comam por vezes em excesso apenas por desfastio.
Se realmente existe falta de apetite por parte da criança é necessário descobrir as causas que a levam a recusar comida. Seja porque a refeição é em dose maior do que a que consegue ingerir, seja porque a hora das refeições é a altura escolhida para as discussões entre os pais ou irmãos, e a ideia de se sentar perante gritos e barulho a aterra, as causas devem ser sempre procuradas no próprio ambiente familiar.
Muitas crianças recusam os alimentos por não estarem habituados com o sabor e as mães recorrem logo ao biberão de leite. Isto está errado, porque assim ele vai recusar sempre, porque prefere algo que já conhece a comer uma coisa que lhe é estranha. A melhor solução é ignorar e oferecer-lhe a refeição mais tarde, quando ela for vencida pela fome. Mais uma vez é regra de ouro nunca lhe oferecer algo de doce para compensar a falta da refeição.
O gosto salgado pode levar a que o bebé recuse comer. A opção passa por lhe fazer a papa com legumes mais adocicados como a batata-doce, a cenoura ou a beterraba, mas nunca lhe adicione açúcar.
O visual de um prato também é importante para estimular o apetite. Deixe a criança feliz e apresente-lhe pratos decorados de forma divertida, com caras ou com os alimentos separados em secções.
Não deve forçar a criança a comer nem a comer de tudo e respeite o seu paladar. E acima de tudo dê o exemplo. Como é que quer que ele coma ervilhas e espinafres se você vai estar a comer uma sandes ou um hamburguer?
No entanto existem reais problemas de apetite ou de má nutrição em algumas crianças. Os sintomas mais comuns na anemia (falta de ferro) são pele pálida, em especial na ponta dos dedos, nos lábios, nos olhos e na língua. Pode surgir também fraqueza, fadiga, perda de apetite, tonturas e falta de ar. Tem de ser tratada a tempo ou pode apresentar consequências fatais.
Outro problema são os vermes (lombrigas, solitária, e ténias), que surgem após os primeiros passos, altura em que tem acesso a mais lugares e na sua curiosidade inata leva tudo o que encontra à boca. Os sintomas passam por cólicas, diarreias, fraqueza e perda de peso, com comichão no ânus.
Todos estes tipos de vermes são graves porque impedem a absorção de nutrientes, comprometendo o desenvolvimento físico e intelectual da criança.

(publicado em: abcdobebe)

A criança e a sexualidade

A idade dos "porquês"

O desenvolvimento da linguagem e a sua manipulação, vai permitir explorar o mundo à sua volta. Neste período surge, por volta dos três anos, a fase do "Porquê?". Nesta etapa de vida da criança, a temática sexual é quase obrigatória. Temas como as diferenças anatómicas, de roupa, de jogos, a sua origem (a célebre pergunta: "de onde vêm os bebés?"), são motivos que causam enorme interesse e curiosidade na criança.

Curiosidade pelo corpo

Paralelamente às dúvidas e curiosidades que coloca através da linguagem, a criança explorará o seu corpo, tentando conhecer e promover as sensações que produz. É a fase do reconhecimento do seu sexo, do toque e da observação. É frequente mostrar os seus órgãos sexuais, bem como compará-los com os das outras crianças para melhor se reconhecer nesse confronto com o outro.
Para os pais, o facto de uma criança explorar o seu corpo na procura de o conhecer e de sentir prazer, é uma actividade que frequentemente causa apreensão. Porém, estes comportamentos são naturais, fazem parte do desenvolvimento, e é com essa mesma naturalidade que deverão ser encarados. É possível orientar a criança, sem a culpabilizar pelo facto de ter essas manifestações na intimidade, dizendo frases do tipo: "Faz antes isso no teu quarto". Há que evitar atitudes repressivas, que podem ir no sentido inverso ao desejado: a promoção do bem-estar no seu corpo.
Ao nível do jogo, as crianças procuram brincadeiras que incluam o toque e a descoberta do corpo: brincar aos pais e às mães, aos médicos e aos doentes, etc. Estes jogos funcionam como uma ferramenta, que permitirá a comparação dos seus órgãos com os dos amigos e os dos adultos, bem como a descoberta de que lhes dão prazer. É nesta fase que provavelmente se inicia a associação entre sentimentos associados a uma vivência sexual e órgãos genitais.
Cabe aos adultos dar à criança a oportunidade de realizar com tranquilidade e sem fantasmas a exploração dos órgãos genitais. Desta forma, estaremos a contribuir para que a criança possua uma imagem corporal mais íntegra e satisfatória.

A Descoberta da sexualidade


A sexualidade é uma força viva do indivíduo, um meio de expressão dos afectos, uma maneira de cada um se descobrir, bem como descobrir os outros.
Desta forma, é desde o nascimento da criança que se deverá começar a pensar em Educação Sexual, algo que não pode ser considerado distinto de todo o processo educativo.
Nos primeiros meses de vida, toda a relação está ligada ao tocar, às carícias, às respostas dadas às necessidades que a criança vai manifestando, ao contacto corporal que se permite e se promove. Esta fase centra-se muito na estimulação da capacidade de comunicar, de desenvolver sentimentos associados à segurança e à confiança, que permitirão equilibrar e estruturar as reacções afectivas que se desenvolverão no percurso de vida. Desta forma, estamos a promover as bases para uma boa evolução afectiva, sexual e social.

Na abordagem do tema da sexualidade, é conveniente associá-lo ao amor, à ternura, ao bem-estar e ao prazer, para que as crianças compreendam que, enquanto forem crianças, não poderão ter relações sexuais, pois o corpo não está suficientemente amadurecido. Como outras coisas na vida, elas acontecerão mais tarde.
O modo como a ternura, o amor e o carinho são expressos entre os pais, e de pais para filhos, é a forma mais autêntica e genuína de comunicação da afectividade e sexualidade. Como lidamos com o bebé e a criança, a acarinhamos, comunicamos com o seu corpo, conversamos, vai repercutir-se na qualidade das relações futuras, isto é, o futuro começa hoje.

terça-feira, 9 de março de 2010

Artigos Usados

Os artigos usados podem ser uma boa opção. Se procura...Se quer vender...vestuário ou acessórios, livros e revistas, jogos e consolas, brinquedos, mobília, tapetes, decoração, pequenos ou grandes electrodomésticos, Entre em contacto com o assoc.pais.salvador@gmail.com um local privilegiado que coloca em comunicação as partes interessadas. Para colocar o seu anúncio, preencha o formulário.
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Solidariedade

O infantário, juntou-se na campnha de ajuda ás familias necessitadas da Madeira, podera ajudar através de donativos de produtos alimentares, fraldas e produtos de higiene.
Para entrega contactar a Instituição.
(informação afixada na entrada)

Expressão Dramática/crianças


Nas actividades de expressão dramática a criança descobre-se a si mesma e descobre formas de se relacionar com os outros; o que implica aprender a lidar com situações sociais. O jogo simbólico é, assim, uma actividade muito importante.O "fazer de conta" permite vivenciar experiências. É igualmente importante que se disponibilizem objectos variados e possíveis de ser explorados livremente. As situações recriadas podem ser muito diferentes:- uma viagem- uma festa de aniversário- um almoço especial- uma ida às compras- uma conversa telefónica- ir ao médico- ir ao cabeleireiro Estas actividades são igualmente importantes no desenvolvimento da linguagem oral, na aquisição de vocabulário, na melhoria da articulação das palavras e na construção de frases. Algumas crianças realizam já dramatizações mais complexas de histórias que conhecem ou inventam e são também capazes de utilizar os fantoches.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Licenças parentais

Os ministros do Trabalho e da Segurança Social da União Europeia aprovaram hoje, em Bruxelas, a ampliação das licenças parentais de três para quatro meses para cada progenitor trabalhador.
(Radio Renascença)

Se poder Apareça


Irá celebrar-se no proximo dia 12 de Março, os 50 anos de Sacerdócio do Padre Henrique.

Colaboradores e crianças irão prestar-lhe homenagem, pelas 17 horas junto à recepção e as 19h realizar-se-à a Eucaristia na Capela de Nossa Senhora do Monte Carmelo.(edificio do Infantário/ lar novo).
Em nome dos pais do infantário, muitas Felicidades e o nosso muito obrigado pelos 50 anos de Sacerdócio e dedicação.

Aprender a falar

Não há duas crianças iguais, dizem educadores, pediatras e sabem os pais, tios e avós. Há miúdos que começam a andar mais cedo, outros que falam mais tarde. Reagir precocemente ajuda, quando aparecem os primeiros sinais de alerta. Nas crianças, as dificuldades no desenvolvimento da linguagem (compreensão e expressão) podem mostrar-se muito cedo – aos seis meses, um bebé já deverá reagir aos sons e ao contacto ocular, mas é sobretudo a partir dos dois anos que incidem as preocupações paternas, por ser nessa altura que a maioria dos miúdos inicia a verbalização e a pressão social começa a fazer-se sentir. «O que é que ele já diz?», perguntam todos. Em média, as crianças dizem as primeiras palavras aos 18 meses. Começam por mamã, papá, agum ou aba para água, etc.... sabem o nome do ursinho ou o nome da avó, do cão, do gato», Fala-se, contudo, no desenvolvimento considerado típico com base em dados estatísticos. «Não há dois irmãos que falem igual, nem sequer dois irmãos gémeos», alertam os terapeutas. Os miúdos evoluem de uma forma progressiva, mas nem sempre linear. Às vezes, basta uma mudança de ambiente, para darem um salto, desabrocharem», Além disso, «em termos de desenvolvimento linguístico, estar seis meses atrás do esperado não é grave», Por isso, nem sempre é fácil saber quais são os sinais de preocupação e como e quando se deve agir.
(guia pais e Filhos)
smileys falando


A ti mulher!

Tu...Filha, Mãe, Esposa
Tu...Negra,Branca,India,
alta,baixa,obesa,curvilinea;
Tu...bela, feia encanto sem beleza,
Empresária,doméstica,professora,mulher de limpeza;
Tu... crente,amante,prostituta,descontente
Tu...simplesmente
Mulher
(poema do povo)

quinta-feira, 4 de março de 2010

Será que estou pronta para ter outro bebé?


Se já tem um(a) filho/filha outra questão pode começar a surgir: Será que é boa ideia ter mais um filho e engravidar de novo? Então como saber se está pronta para mais uma gravidez?
Depois de alguns estudos, o espaço de tempo recomendado entre duas gravidezes é entre 18 e 32 meses. Este é o tempo mais normal, e de certa forma recomendado para embarcar numa nova gravidez depois da primeira – quer para a mãe, quer para o bebé.
Mas como todos sabemos que cada mulher ou família tem o seu próprio timing, este espaço de tempo é simplesmente referencial. Enquanto umas mulheres logo depois de uma gravidez, estão prontas para outra, outras mulheres já nem podem pensar noutra gravidez enquanto virem fraldas à sua frente, e outras não estarão prontas para mais nenhuma.
Sendo assim, não existe o tempo certo para pensar noutra gravidez. Existem algumas questões que deve colocar se está a decidir se deve ter outro filho ou não:
O seu filho necessita de muita atenção?
Se ficar grávida e o seu filho for relativamente auto-suficiente pode ser perfeitamente uma boa altura para engravidar, mas se for mãe de gémeos ou de uma criança com necessidades especiais o tempo que terá para dedicar a um bebé pode ser mais limitado.
Como está a sua situação financeira?
Ter outro bebé poderá afectar a sua situação financeira: a realidade é que um bebé custa algum dinheiro, e se ter outro filho pode dar cabo do orçamento financeiro, talvez possa adiar esta decisão até a sua vida financeira estar mais estável.
O seu parceiro, como é que ele se sente relativamente ao facto de pretender engravidar de novo? Se o seu parceiro não achar muito boa ideia outro filho para já, o melhor talvez seja esperar até chegarem a um consenso.
Que idade tem o seu filho mais velho?
Se ainda se levanta diversas vezes de noite devido ao bebé, perceberá que será bastante cansativo fazer isto grávida.
Como se sente com a ideia de ter outro filho?
A sensação de ter outro filho fá-la sentir como: muito feliz ou medo? Confie no seu instinto, ele será um grande guia na resposta a esta grande questão.
Pense nestas questões e nas suas respostas, elas ajudarão a encontrar a resposta ao facto de estar pronta para ter outro bebé ou não.

As 10 Coisas que deve fazer antes de decidir engravidarem

Um bebé já é uma ideia real, quer mesmo engravidar; mas e antes de realmente conceber, o que deve saber sobre si? Antes de decidir engravidar deve dar a maior hipótese ao seu bebé, e para tal será necessário seguir alguns passos.
Tenha em atenção o seu peso. O excesso de peso, ou a falta dele, pode aumentar as hipóteses do seu bebé desenvolver defeitos genéticos de nascença como a fenda do palato ou diabetes.
Reduza o stress. Existem muitas situações que podem ser fontes de stress - aproveite este período para reflectir sobre elas. Pense no que poderá ajudar a reduzir o stress ou no que poderá ajudar a lidar com ele. O stress durante a gravidez pode levar a uma maior incidência de problemas mentais e comportamentais no bebé.
Não se exponha ao fumo do tabaco, ou deixe de fumar. Uma percentagem do fumo e das substâncias malignas do tabaco ficam armazenadas na gordura corporal e demoram algum tempo a serem eliminadas. Fumar antes e durante a gravidez pode provocar o nascimento de um bebé prematuro, um bebé de peso inferior com asma e o Síndrome da Morte Infantil Súbita.
Deixe de beber álcool. O corpo acumula substâncias na gordura corporal que podem demorar até um mês a eliminar. A síndroma do álcool fetal pode causar defeitos genéticos graves, bem como dificuldades de aprendizagem na criança.
Saiba o seu grupo sanguíneo. Se o seu grupo sanguíneo não for compatível com o do bebé, pode provocar anemia e outros problemas como a doença de RH, que surge devido a esta incompatibilidade. No entanto, a doença de RH pode ser tratada facilmente durante a gravidez.
Comece a tomar vitaminas pré-natais, cálcio e acido fólico. Ingerir vitaminas, cálcio e ácido fólico pelo menos 2 meses antes da concepção, ajuda a evitar defeitos ao nível do tubo neural como a espinha bífida e outros defeitos genéticos.
Verifique a sua imunidade à rubéola e à varicela. Esta imunidade pode ser testada através de um simples exame ao sangue. É importante que saiba se tem imunidade a estas doenças antes de engravidar para que não as contraía durante a gravidez. A contracção destas doenças durante a gravidez pode dar origem a problemas no bebé na área neuromotora, lesões cutâneas semelhantes a cicatrizes, hipoplasia ou desenvolvimento incompleto dos dedos e várias lesões no sistema nervoso.
Verifique com o médico assistente se os medicamentos que toma são prejudiciais à gravidez. Dependendo dos medicamentos que se encontra a tomar (medicamento para o coração, antidepressivos...) pode ter de os deixar; no entanto deve consultar-se com o seu médico acerca dessa possibilidade. Defeitos genéticos como a fenda do palato e anormalidades nos membros, podem ser provocados pela ingestão de alguns tipos de medicamentos.
Faça um exame ao VIH. Se for VIH positiva pode passar este vírus ao bebé, mas se descobrir esta condição previamente, através da administração de anti-retrovíricos pré-natais pode diminuir a probabilidade de transmitir o vírus do VIH ao bebé.
Verifique o seu historial de saúde e os defeitos genéticos familiares. Verifique os registos médicos de defeitos genéticos familiares quer do lado da mãe quer do lado do pai do bebé. Tenha atenção a problemas genéticos que tenham ocorrido na família e reporte-os ao seu médico.

E Boa Sorte

Retirado de: demaeparamae.pt

A criança e a alimentação


A alimentação de uma criança é de vital importância, já que este é um período crucial para as fundações dos seus hábitos nutricionais. À medida que crescem, as crianças ganham maior liberdade e começam a alimentar-se fora de casa...





quarta-feira, 3 de março de 2010

Crianças e os animais- ensinar a responsabilidade


Ao lançar este tema debatemo-nos com mais do que um ponto de vista, claro que há pais que não tem nem disponibilidade nem condições fisicas para tamanha responsabilidade.

vamos tentar mostrar dois pontos de vista, ambos favoráveis e interessantes.


Os animais e o desenvolvimento emocional


Neste artigo vamos falar um pouco da relação entre a criança e estes animais e como podemos ajudar o desenvolvimento emocional de nossos filhos. Além do afecto, os animais também podem produzir outros benefícios para a saúde. É nisso que se baseia a “Terapia Assistida por Animais”. Segundo a Delta Society (http://www.deltasociety.org) , organização internacional com sede nos Estados Unidos que se dedica a reunir pacientes a animais treinados. As terapias assistidas por animais são capazes de promover melhoras físicas, sociais, emocionais e cognitivas humanas.
Quando a criança começa a crescer e sensibilizar suas relações de afecto, os objectos passam a ser substituídos por seres vivos. De todos os animaizinhos de estimação o mais comum e que mais se interage com o ser humano é o cão. Com ele a criança pode brincar, correr, explorar o ambiente e vivenciar novas experiências. Há um ganho significativo aqui: a criança não mais interage com total poder sobre o objecto de afeição e suas acções provocam reacções. O cachorrinho pode correr para apanhar o objecto lançado, pode rosnar e até morder. Ele reage ao carinho, abana o rabo, pula...e agride, se maltratado. E não é só o cão que interage com a criança, apesar de ser o mais comum, outros animais também fazem papel importante. O gato se encosta e se permite ser tocado. Os peixinhos se alvoroçam no aquário quando a criança lhes joga o alimento. O passarinho pega o alpiste na mão da criança e seu encanto atrai pequenos e grandes. Além da relação de afecto que se desenvolve, do estímulo ao período sensório - motor, do tocar, do sentir, do explorar o corpo do animal e observar suas reacções, muitos conhecimentos são adquiridos, do campo psicológico ao campo científico.
Ter um animal também requer cuidados e estes cuidados, orientados pelo adulto, estimulam a autonomia e a responsabilidade. Cuidar da limpeza do bichinho e do seu habitat, cuidar da sua alimentação, dividir o seu pão e lhe oferecer um pedaço do seu biscoito, medicá-lo quando necessário, também favorece o desenvolvimento do vínculo afectivo e a lidar com os mais diversos sentimentos, da frustração à alegria e até à morte. E nesta relação entre a vida e a morte que o animal de estimação têm um papel muito importante, a criança aprende lidar com a perda, com a dor. Um risco que todos correm e queremos evitar e poupar, mas o ciclo da vida está aí, mostrando a ordem natural das coisas.
Nesta convivência tão saudável e necessária, a criança está aprendendo e desenvolvendo suas relações afectiva para o futuro, influenciando na sua forma de se relacionar com as outras pessoas e respectivos parceiros, com segurança, compreensão, aceitação e respeito.
Se no mundo das artes encontramos lugar para o desenvolvimento da criatividade e do auto conhecimento, é no mundo da natureza que a criança desenvolve a sensibilidade, a observação, a compreensão e os sentimentos de solidariedade, generosidade, zelo, afecto e carinho.


Lucia Helena Salvetti De CicciDiretora de Conteúdo e Editora Chefe


Ensinar a Responsabilidade


Não se pode ensinar a responsabilidade dando a uma criança uma tarefa maior do que as suas capacidades. Os pais podem dar tarefas ligadas a alguns cuidados ou actividades a ter com o animal, dando o exemplo, mas sem que haja dúvidas sobre de quem é a responsabilidade final sobre esse mesmo animal.Ao decidir "dar" à criança um animal de estimação a pergunta deve ser: O adulto quer mesmo ter um animal de estimação? À criança deve ser dito que não se pode ter um animal sem ter a idade necessária para tomar totalmente conta dele. Tomar conta dele não é apenas dar-lhe de comer, limpar o seu espaço, providenciar o seu exercício. Tomar conta dele é também poder (e querer) gastar dinheiro com ele, poder (e querer) deslocar-se ao veterinário e dispor do espaço adequado para o animal viver com qualidade durante todo o seu tempo natural de vida.Estes critérios excluem, assim, as crianças, os adolescentes e muitos jovens adultos. Certo, e excluem também (infelizmente) muitos adultos.
Dar um animal para uma criança "tomar conta dele" é um desviar da atribuição da responsabilidade e pode ter consequências negativas (também) sobre o animal. Essas consequências vão desde a má alimentação aos maus-tratos e culminam no abandono: "A minha filha cresceu, saiu de casa e já não acha piada ao bicho… E eu não tenho paciência para tratar dele.". E o animal, de meia-idade, dificilmente será adoptado.Quem será responsável? Quem achou amoroso um gatinho bebé? Quem se esqueceu do tempo médio de vida do animal? A responsabilidade foi delegada na filha, que não estava à altura. Cada animal tem as suas características próprias, hábitos e necessidades, que devem ser maduramente ponderados. Para além disso, cada espécie tem uma esperança de vida média que deve ser considerada. O adulto responsável deve ter consciência destes factores e assumir o animal de estimação com a responsabilidade necessária a quem tem de cuidar (bem) de um ser vivo. Podem ponderar-se alternativas, até porque as condições que, a dado momento eram ideais ou adequadas, podem mudar - mas o bem-estar de todos deve ser garantido: pessoas e animais.A triste verdade é que muitos animais vivem nas condições que são escolha/conveniência das pessoas e muitas vezes demasiado inadequadas aos hábitos naturais do animal.E diz o adulto: "Estou a ensinar o meu filho a ser responsável. Ele tem de tomar conta do animal sozinho."Se faltar a água, se o animal estiver sujo, se a comida for pouca, inadequada ou demasiada, se o animal estiver adoentado ou infeliz - se o animal "viver" no quarto da criança, por exemplo, será que o adulto se apercebe?Na verdade, esse adulto está a ensinar que é aceitável pôr a vida de um ser vivo nas mãos de quem pode (ainda) não ser responsável para se ocupar (sem ajuda) dele.E isso é ensinar a irresponsabilidade.

Afinal, é bom ou não "dar" um animal de estimação a uma criança? É bom, claro, mas deve reflectir-se em conjunto sobre as implicações de o ter - é um ser vivo. O animal "é" da criança, mas o adulto tem de estar perfeitamente consciente de que é ele que se tem de responsabilizar, em última instância, por "ter" o animal.

terça-feira, 2 de março de 2010

O QUE ACHA? - Deixe aqui a sua opinião

Organizar uma “feira” com uma determinada periodicidade para troca de artigos em bom estado. O evento seria só para trocas, sem dinheiro no 1º Sábado ou Domingo do mês. Cada pai que tivesse artigos em bom estado levava para a dita “feira”, tipo Kid to Kid, ficava com uma senha, que poderia trocar por outra coisa. O que acham? Estilo kid to kid mas sem dinheiro.

(proposta de uma mãe) Cm

Leitura- recomendado para Mês de Março

Os autores pegam em dezenas de estudos sobre educação, alimentação, comportamento, inteligência ou o sono das crianças e vão traçando quais são as técnicas de educação que fazem sentido. Por exemplo: no que diz respeito à questão da auto-estima, tornou-se claro que só devemos elogiá-los quando eles realmente merecem e não vale a pena andarmos completamente embevecidos com tudo o que fazem porque isso só lhes fará mal. os estudos são muitos e por isso vale a pena ler este livro com o bom senso que é próprio dos pais!

livro recomendado -Mês Março

«Torre de (Ho)menagem, Crónicas de um Homem do Alentejo» é o título do livro de João Covas Lima, trata-se de uma obra que reúne cerca de duas centenas de crónicas do médico bejense publicadas nas páginas do “Diário do Alentejo” ao longo dos últimos quatro anos. O livro é editado pela Mercado de Letras Editores e prefaciado pelo jornalista Firmino Paixão. A receita da venda, por vontade do autor, reverte a favor dos Bombeiros Voluntários de Beja, associação de que João Covas Lima é presidente honorário.

Desapareceu


Esta menina desapareceu, podemos ajudar , divulgando
DEIC / DIVISÃO ANTI - SEQÜESTRO ou 3823-5868

segunda-feira, 1 de março de 2010

COSLEEPING - uma prática cada vez mais comum nas famílias ocidentais


Pôr um bebé a dormir com os pais é ou não um erro do ponto de vista educacional? De todo, diz Pedro Caldeira da Silva, pedopsiquiatra do Hospital Dona Estefânia. Pode até ser a solução para alguns problemas. O médico dá o exemplo dos bebés irritáveis ou difíceis de acalmar. Dormir com os pais é, por vezes, o caminho para a tranquilidade. Esse é, aliás, um dos conselhos terapêuticos que frequentemente dá quando lhe surgem casos desses.
O medo de que os bebés se tornem «mimados» ou cheios de vícios por dormirem com os pais é infundado, esclarece, «Dormir em família pode ajudar a regular o sono. Os bebés tornam-se mais calmos e os pais mais tranquilos.» Cada bebé é um bebé, diz o médico, e há bebés que «para se sentirem bem, precisam de dormir com os pais.» Outros não. É por isso que Pedro Caldeira da Silva raramente dá conselhos sobre o sono das crianças. «O que eu digo aos pais é: conheça o seu bebé.» Tal como os adultos, «as crianças têm necessidades individuais e características diferentes. Nenhuma regra serve para todas.»
O aumento crescente do número de adeptos do cosleeping levou já a que especialistas cujo nome é sinónimo de credibilidade, como o médico richard ferber, guru norte-americano do sono pediátrico e outrora crítico frontal da partilha da cama entre pais e filhos, revissem as suas teorias. Em meados dos anos 80, ferber publicou um livro - «how to solve your child’s sleep problems» (como resolver os problemas de sono do seu filho) - por muitos considerado uma bíblia, onde espelhou o pensamento dominante sobre o sono dos bebés: para que consigam ver-se como seres independentes, as crianças precisam de aprender a dormir sozinhas. Numa entrevista recente, por altura da reedição do livro, o médico, actual director do centro das perturbações pediátricas do sono do hospital pediátrico de boston, afirmou que aquela é uma frase que gostaria de nunca ter escrito: «era a ideia que dominava na altura, não era sequer a minha experiência nem a minha filosofia.» As coisas mudam e ferber defende agora que, «desde que resulte», cada família sabe o que é melhor para si em termos de rotinas de sono. Se a escolha recair sobre o cosleeping, muito bem, senão, muito bem
Mas o estigma contra a partilha da cama é forte. «Dormir com os pais dá às crianças uma sensação de segurança que acho que é fundamental elas terem.» De resto, tudo se resume a uma escolha pessoal: «Quero estar disponível para os meus filhos, sempre.» Noites incluídas. Natália não acredita que o cosleeping possa ter consequências negativas.
A atitude negativa da sociedade em geral e dos profissionais em particular sobre o cosleeping não tem fundamento científico, acrescentando: «É um desejo legítimo querer dormir com os filhos e, excluindo situações de potencial risco para a morte súbita, não há razão nenhuma para que não se possa fazê-lo.»
Desaconselhar (ou aconselhar!), genericamente, o cosleeping é, por isso, simplista. «Os especialistas metem-se muito onde não são chamados, inclusive na cama dos pais. Há muitas maneiras de adormecer um bebé.»

o Porquê deste Blog

O blog surgiu a partir de um desafio, não posso dizer de quem mas acho que com o continuar todos vão perceber. Não quero fugir ao que me propus, que é informar ou pelo menos tentar explicar o porquê.

quem seguir o blog vai perceber que este é uma tentativa de complemento entre a Associação de pais, os pais e a Instituição, não pretendemos ser inovadores mas sim prestar um bom serviço.

– Recolher opiniões e pareceres dos Pais e Encarregados de Educação sobre problemas educativos e culturais, ou outros de interesse para os seus filhos e educandos, dando deles conhecimento a Escola/Infantário e outras entidades;

– Intervir junto das entidades oficiais e particulares, por si ou em conjugação com a Escola/Infantário, sempre que a sua acção possa ser de interesse dos alunos.

– Colaborar na realização e estimular as actividades culturais, recreativas, desportivas e de ocupação de tempos livres, promover debates, colóquios, conferências, sessões de estudo e outras actividades afins.

Este sera o proposito da Nossa Associação, quanto ao blog além de assuntos mais sérios podemos também "brincar".